David Gilmour
Turnê de David Gilmour é confirmada nos Estados Unidos

Turnê de David Gilmour é confirmada nos Estados Unidos

Guitarrista do Pink Floyd fará oito shows no país norte-americano

ATUALIZAÇÕES (16/05 e 10/06): esta notícia foi editada para incluir quatro anúncios que acrescentaram cinco datas extras às quatro divulgadas inicialmente.

 

Hoje, de surpresa, site e redes sociais de David Gilmour anunciaram shows em uma cidade de cada costa dos Estados Unidos como parte da turnê promovendo seu quinto álbum solo, “Luck and Strange“, que será lançado em setembro.

 

Nos dias 29, 30 e 31 de outubro a apresentação será no Hollywood Bowl, em Los Angeles, e nos dias 4, 5, 6, 9 e 10 de novembro será no Madison Square Garden, em Nova York.

 

Posteriormente (em 10 de junho), foi anunciado um show extra em 25 de outubro que será em uma moderníssima casa de shows que ainda não foi inaugurada, a Intuit Dome. O show que abrirá a turnê norte-americana (pelo menos por enquanto), terá pré-venda no dia 12 de junho às 10h (horário local) para quem se inscrever no site oficial do David Gilmour e receber um código e um venda no local no dia seguinte no mesmo horário. Os ingressos estarão à venda geral às 10h, horário local, na sexta-feira, 14 de junho, por meio deste link na Ticketmaster.

 

* as datas nesta cor foram anunciadas posteriormente, durante as pré-vendas, “devido à grande procura”.

Nossa Camiseta 2015 aparece no anúncio oficial aos 16 segundos
Anúncio do show no “Induit Dome”, também com nossa Camiseta 2015

 

A descrição dos vídeos acima trouxe mais nomes da banda da turnê (já sabíamos de Guy e das irmãs Webb):

David Gilmour: guitarra e vocais

Guy Pratt: baixo e vocais de apoio

Greg Phillinganes: teclados

Rob Gentry: teclados

Adam Betts: bateria

Ben Worsley: guitarra

Louise Marshall: vocais de fundo

Hattie Webb: vocais de fundo

Charlie Webb: vocais de fundo

Vendas e pré-vendas

As vendas de ingressos para o público em geral ocorrerá neste link da Ticketmaster na sexta-feira 17 de maio às 10h no horário da cidade de Nova York (NYC) (11h no horário de Brasília) e às 10h no horário de Los Angeles (LA) (14h no horário de Brasília).

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Haverá três eventos de pré-venda, que aumentam as chances de se conseguir ingressos:

1) quarta-feira (15/05) às 11h para NYC e 14h para LA (ambos horários de Brasília) durando 24 horas

para fãs que se inscreverem na newsletter oficial de David Gilmour até 17h de terça-feira (14/05); os códigos de pré-venda serão enviados por e-mail mais tarde nesse dia.

 

2) quinta-feira (16/05) às 11h para NYC e 14h para LA (ambos horários de Brasília) durando 12 horas

vendas nos locais dos shows e online destinadas aos clientes dos promotores e patrocinadores dos shows: “Chase Cardholder” em NYC e “Live Nation”, “Ticketmaster” e “Live Nation Hewitt Silva” (LNHS) em LA.

 

3) sexta-feira (17/05) às 11h para NYC e 14h para LA (ambos horários de Brasília)

– NYC: até 4 de novembro para titulares de cartão do banco “Chase”

– LA: até 15 de outubro para titulares de cartão “American Express”.

 

Anúncio oficial dos EUA (já com as datas extras)

Locais

Os dois locais escolhidos para as apresentações não apenas estão entre os principais e mais famosos dos Estados Unidos mas também entre os mais históricos para os fãs de rock.

O “Hollywood Bowl”, em Los Angeles, é um anfiteatro com uma concha muito distintiva que tem como pano de fundo as colinas de Hollywood onde está o famoso letreiro. Foi eleito um dos 10 melhores locais de música ao vivo nos Estados Unidos pela revista Rolling Stone em 2018 e tem capacidade para 17.500 pessoas. Beatles, Doors e Jimi Hendrix lançaram álbuns ao vivo gravados lá.

Na cidade de Nova York, o “Madison Square Garden” simplesmente se autoproclama “A Arena Mais Famosa do Mundo”. É muito utilizado para esportes e, quando disposto para shows, comporta 20 mil pessoas. Foi lá o primeiro grande concerto beneficente da história, o “Concert for Bangladesh” (em 1971), organizado pelo ex-Beatle George Harrison e que contou com seu ex-companheiro de banda Ringo Starr além de Bob Dylan, Eric Clapton e outros. O “Concerto para Nova York”, após os ataques de 11 de setembro de 2001, também aconteceu ali. O palco do “MSG” é o local da última apresentação de John Lennon (em uma pequena participação em show de Elton John) e onde o Led Zeppelin gravou filme e álbum “The Song Remains the Same”.

Talvez por indisponibilidade de datas no “Hollywood Bowl”, um novo show foi marcado em Los Angeles mudando o cenário de um local tradicional para um novo e moderníssimo. Na verdade, o “Intuit Dome” nem inaugurado foi ainda. Está em fase final de construção e contará com ventilação natural, energia elétrica provinda de baterias solares suficientes para toda a demanda de um show ou jogo de basquete e nenhuma emissão líquida de gases de efeito estufa.

Reparar nas placas solares

“Únicas cidades norte-americanas”

A turnê passar nos Estados Unidos era totalmente esperado, porém os apenas quatro shows inicialmente anunciados eram numericamente irrisórios para o maior mercado mundial de entretenimento e espantaram os fãs. A demanda já nas pré-vendas fizeram a quantidade de apresentações mais do que dobrar.

Nove shows já ultrapassam por um a penúltima turnê do músicos nos EUA e igualam o número de vezes em que ele tocou lá na última turnê (embora em ambas ele tenha ido para o Canadá também — veja mais abaixo). Na América, o padrão é o mesmo dos shows na Europa e traz uma mensagem clara: a quantidade de shows está na média, mas está havendo uma brusca diminuição no número de cidades. 

Assim como em Londres e Roma, hoje também havia um anúncio no site oficial limitando claramente a quantidade de datas: “Estas serão as únicas cidades norte-americanas”. Esses avisos demonstram consideração e responsabilidade com a programação dos fãs, mas, ao mesmo tempo, retiram esperanças do evento em locais mais próximos.

Como comparação, a penúltima turnê do guitarrista, “On an Island” (2006), teve oito shows nos EUA e dois no Canadá (33 no total) e a última, “Rattle That Lock” (2015-16), teve nove nos EUA e também dois no Canadá (50 no total). A sua primeira turnê solo, em 1984, divulgando o álbum “About Face” contou com 72 shows, sendo 45 deles nos Estados Unidos e cinco no Canadá.

Perto do ex-companheiro Roger Waters, por exemplo, Gilmour sempre fez menos e mais espaçados shows. Nick Mason, que nunca havia feito turnês na carreira solo, já se apresentou 176 vezes desde que formou sua banda Saucerful of Secrets em 2018 (vamos considerar ainda dois anos forçadamente parados por causa da pandemia e que já há 35 shows agendados para 2024). Claro que o baterista do Pink Floyd se apresenta em locais menores e apenas na América do Norte e Europa, mas tanto ele quanto Waters são dois anos mais velhos que Gilmour.

Essa exposição dos dados não têm intenção qualitativa, é claro que cada um tem suas intenções e ambições artísticas e características de personalidade. O fato, agora, é que os shows da turnê de “Luck and Strange” estão bem atípicos pelo próprio histórico de Gilmour. Inclusive pela forma como está sendo feita a divulgação: geralmente já são anunciados todas (ou a maioria) das datas de uma perna (etapa da turnê, geralmente cada uma em um continente).

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Pode ser que Gilmour simplesmente não esteja interessado, o que é plenamente um direito dele e deve ser respeitado por tudo que já fez em longos 61 anos de carreira. Devemos é ficar gratos dele aparentar estar feliz e bem de saúde e ainda nos dar um novo álbum e 20 shows (até aqui).

Como Charlie Andrew, o produtor de “Luck and Strange“, disse há apenas um mês que sua “jornada não acabou ainda” e Gilmour informou em entrevista há menos de três semanas que sobraram muitas músicas e que ele tem pressa em trabalhar nelas (o que fará logo após a turnê, ele disse), uma possibilidade é que o início de 2025 seja dedicado a um novo álbum, para só então realizar muitos shows. É só uma mera possibilidade e não temos ideia do quão provável seja. Mas… poderemos ter mais boas notícias.

Brasil?

Como já dissemos, na Europa o que surpreendeu não foi a quantidade de shows para uma primeira perna (é até maior que nas duas turnês anteriores dele), mas o fato dessas apresentações serem em apenas dois locais. Somente duas cidades em toda a América do Norte também é bem estranho.

O que pode animar os brasileiros é que as frases que acompanharam os três anúncios foram muito taxativas e têm se provado verdadeiras. Assim, era de se esperar que a divulgação dos shows em Los Angeles e Nova York viessem com um aviso do tipo “esses serão os últimos shows da turnê” se não houvessem planos de passagem por pelo menos mais um continente. Por exclusão, não será mais Europa e América do Norte, então nos fóruns de fãs e sites internacionais especializados, a aposta está sendo América do Sul e/ou Japão.

Caso venha no Brasil, acreditamos como mais provável apenas uma cidade (São Paulo), data no final de novembro ou início de dezembro (mesmo mês dos quatro shows que ele fez por aqui em 2015), anúncio já nos próximos dias e início das vendas uma semana depois. É apenas uma opinião, mas baseada no que vem ocorrendo até agora. Não há nenhuma garantia, então não queremos criar falsas expectativas, mas julgamos ser importantíssimo deixar um alerta e ficar acompanhando as notícias porque muitos fãs brasileiros poderão estar desprevenidos e precisam fazer seu planejamento (viagem, dinheiro, trabalho, família etc.).




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